quarta-feira, 17 de outubro de 2007

De volta!


De volta para Maringá.
Ôoo finalzinho de semana óootimo!!! Foi mto bom estar na terrinha, pensei que não ia valer a pena.
Mas valeu, enfim, me diverti, trabalhei... Foi tudo muito produtivo.
Cheguei segunda-feira, mas não quis escrever.
Então, se acumulou um monte de palavras em minha mente que poderiam ser colocadas aqui.


"Ah, mas tem hora que não quero mais essa vida. Tem hora que quero viver outra coisa, outro momento, outra faculdade, outras pessoas, outra cidade, um outro mundo, um outro eu.
Oh, confusões mentais que sempre acontecem.
Eu preciso de você, em minha mente, confusões, me deixando tonto de tanto pensar, pensar e pensar.
Não quero mais pensar, não quero mais morrer aos poucos, não quero mais jogar fora tudo o que conquistei e o que não conquistei ainda quero alcançar, ficar preparado para o que vem.
Mas o que vem?
Vem de perto, vem de longe, vem de quem eu nunca esperei, de quem espero, nunca vem e eu vou ficando amargurado.
Oh, vida, vida minha. Como anos atrás eu dizia. Não há o que fazer quando alguém vai embora e te deixa na cama, no chão, jogado, sem valor. Mas há o que fazer quando alguém se importa com você, diz que o gosta e te chama de "amor", mesmo que ainda não seja, mas te chama de "bebê", mesmo que ainda lembre o passado. Há o que fazer quando esse alguém está querendo te conquistar e você vive no mundo da lua, ou melhor, do outro, que já não é mais seu e não pensa mais como se fosse seu ou vice-versa.
Tristeza, ao mesmo tempo, alegria, uma confusão, tudo misturado, tudo se progredindo e nada do que quero muda, mas muda, ao tempo desejado de quem nos olha lá de cima e sei que o que muda, muitas vezes muda para sempre. Talvez. Querendo ou não. Mudam".

"Ar que respiro, sono da minha noite, volta pro meu coração, porque eu te desejo como se fosse o último minuto da minha vida". Marco Aurélio 17 de outubro de 2007.

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